Então atirei-me ao mar
De corpo e alma!
Suas ondas formavam cachos emaranhados
Onde eu me deleitava com prazer
E era por demais feliz.
Ele me dava o ar,
Eu lhe dava amor,
Ele me dava amor e eu...
Eu já era mar!
Éramos ímpar de tão perfeito par.
E aqui estou:
Mar que sou, mar que vou,
Águas claras.
Hei de morrer água!
(Moon, 1995, para Mar Moreno)
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