domingo, 14 de junho de 2015

Carta à minha futura namorada

"Venha, mas só se for inteira, não brigue comigo se eu pular da cama num susto em dias lindos de sol, é meu coração pulsando de vida por que não está só. Não me deixe envelhecer por dentro com a dureza do mundo lá fora, me avisa quando eu estiver distante, pois às vezes não percebemos a correnteza nos levando. Não precisamos nos desculpar ao mundo por existirmos, amar é sublime em todas as línguas. Não precisa me levar para jantar se não puder me apresentar à família num almoço de domingo. Aceite minhas flores e doces, pois sim, tenho a doença incurável do romantismo. Quando eu for grosseira, sem paciência e reclamona, me avisa que estou chata e insuportável e que não temos tempo para o que não rima com o amor. Não me deixe morrer o violão, pois sem ele sou mais triste. Me deixa comemorar suas vitórias como se fossem as minhas, divida comigo seus sonhos, dores e alegrias. Não precisa me contar tudo, não vou querer saber, mas não me deixe sem motivo ou não se cale por não querer. Me perdoa por não lembrar todas as datas ou o que ainda nem me contou na semana passada. Me perdoa por não estar com você em todos os momentos ou quando mais precisar ou pelo filho que não vou poder te dar. Brinde comigo quantos filhos quisermos adotar, cante comigo qualquer música que nos faça rir, chorar ou lembrar que cada história é única e eterna. Me ame como sou, te amarei como és e que juntas, sejamos melhor para nós e para o mundo. Com amor... "


Moon/12 de Jun/2015

Nenhum comentário:

Postar um comentário