Estamos todos e todas presos num tronco invisível, acuados dentro de uma senzala chamada Brasil, servindo com suor, sangue e sexo aos senhores barões daqui e do estrangeiro, fingindo ser o que não somos, sofrendo de 'Daltonismo' crônico quando não queremos ver que o pigmento amarelo e o preto mundificam o branco, sendo pequenos quando achamos ser possível tratar as diferenças como diferenças e não somas. Então sejamos soma para que eles não nos subtraiam a dignidade que nos resta pouca...
Moon, Nov. /2016.